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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Impactos Socioeconômicos/Culturais do Turismo

Foto: Cristiano Oliveira
Com 11% do PIB mundial estando vinculado ao turismo e 260 milhões de pessoas empregadas nessa área, vemos que o conjunto de atividades do turismo agrega números significativos. O turismo brasileiro ainda não se destaca perante o resto do planeta, porém grande parte dos segmentos desta área estão em nosso território. O turismo gera parcos 40 bilhões de dólares para os cofres tupiniquins. Valor irrisório para o potencial existente no Brasil

As razões mais preocupantes para o país não implantar um turismo forte são a falta de disponibilidade de recursos humanos e físicos existentes para se desenvolver os setores industriais e a agrícolas. Para a otimização do fluxo turístico, é importante que haja políticas de turismo nacional/estadual. Devem ser encontradas as soluções para resolver problemas de escassez de recursos, realizando atividades diversas em certas áreas. 

Muitos países não tem mão de obra experiente que assumir a responsabilidade no estímulo e na coordenação do desenvolvimento turístico. O governo deve planejar o tipo de turismo e sua capacidade de carga turística limite (número máximo de pessoas numa localidade sem que ocorra a deterioração da zona turística) a fim de que haja um aproveitamento maior de ambas as partes. Autoridades governamentais também devem estabelecer políticas de preços equilibrando a demanda com a oferta turística. Leis locais devem ser alteradas ou criadas para promover seu fomento. E, ao mesmo tempo, preservar o patrimônio que a comunidade deseja manter. É importante que haja uma maior informação sobre o custo e o benefício do turismo para adquirirem o desenvolvimento desejado através de um planejamento adequado de acordo com as informações obtidas.

Para alguns estudiosos o turismo é uma indústria frágil e a colocam na área de "investimento de risco". O turismo é muito dependente de fatores da demanda externa normalmente encontrada nos países desenvolvidos. Para outros estudiosos o turismo pode ser explorado como uma alternativa para os mercados perdidos. Um dos pontos mais positivos do turismo é a geração de empregos, porém grande parte desses empregos exige pouca qualificação e proporciona baixa remuneração. E muitos desses empregos são sazonais. 

Outro fator importante do turismo são os gastos do turista. Isso faz com que haja um aumento na demanda de bens/serviços, o qual promove emprego e poder de compra para a população local. Mulheres e jovens que não teriam oportunidades de emprego tão rapidamente conseguiriam esses empregos através da indústria do turismo. 

Contudo, o turismo pode degradar uma zona turística. Seja destruindo gradativamente o lugar ou “leiloando” essas terras. Por exemplo, aumentando o preço da terra de uma determinada área turística, facilitaria muito o comércio desta área para os estrangeiros, pois eles, teoricamente, detêm muito mais capital que as comunidades locais. Alguma semelhança com quase todas as cidades com potencial turístico no Brasil?

Outros tópicos relevantes seriam alguns valores antropológicos e culturais de uma região que poderia se descaracterizar para agradar os turistas. Na Bahia, por exemplo, o tamanho do berimbau foi reduzido para que ele coubesse dentro do espaço reservado para bagagem dentro do avião. Em alguns lugares, roupas típicas são deformadas porque os turistas não vestem as roupas, só as querem como lembrança. Todavia, através dessa aculturação surgem várias cooperativas de mulheres que começam a ter autonomia financeira, ameaçando a hierarquia patriarcal.

Pontos como empregos e transportes podem afetar negativamente uma cidade, pois alguns empregos, como dito anteriormente, são temporários. E com isso, as pessoas não criam vínculos com a atividade turística, porque com o término da alta temporada os empregos temporários são desativados. Já no caso dos transportes, a cidade tende a ficar congestionada. Turistas e comunidade local acabam competindo pelo mesmo serviço de transporte coletivo - que já não é dos melhores na maior parte do território brasileiro. 

Quando o número de turistas ultrapassa o esperado ou o de costume, passaremos a ter um certo atrito social entre os receptores e os turistas. O crescimento da população também pode atrair negociantes indesejáveis como o tráfico de drogas, prostituição, jogos ilegais... O planejamento turístico efetivo poderia auxiliar novas destinações turísticas para que não entrem em declínio permanente. Também é importante, e necessário, rever os erros da exploração no passado, a fim de que impactos negativos sejam minimizados ou extintos. 

terça-feira, 10 de junho de 2014

Demanda Turística

Nas duas últimas décadas o Turismo apresentou um grande crescimento devido a fatores diversos: o aumento da renda da população dos países desenvolvidos, a "evolução" do transporte aéreo, a diminuição na carga horária do trabalhador, a saturação das grandes metrópoles, a velocidade da comunicação e informação.

A globalização também influenciou e muito o turismo, especialmente o turismo de negócios e eventos. Cada vez mais o mercado profissional existe a necessidade de se atualizar. Sempre! Com isso o número de viagens que tem por objetivo obter novas técnicas estão mais significativas no mercado turístico.

O trabalhador, com uma carga de trabalho menor tem mais tempo livre. Assim sendo, esse trabalhador utilizará seu tempo livre para usufruir de algum componente turístico. Não necessariamente se deslocando de um cidade a outra. Pode ser a ida a um restaurante ou algum atrativo dentro da própria localidade onde mora.

Através da segmentação da demanda turística podemos definir o perfil do nosso cliente, facilitando assim os meios que ele utilizará para usufruir do seu tempo livre. Contudo, isso não significa que essa pessoa usará apenas um tipo de turismo ou um tipo de serviço. Um cliente pode fazer o seu próprio percurso passando pelos mais incompatíveis meios de se divertir.

A demanda turística varia de acordo com características do indivíduo como: idade, motivação da viagem, nível de renda, ... O marketing (publicidade, propaganda "boca a boca", outdoors, etc) causa um forte impacto na demanda turística. Algumas cidades necessitam de um sistema maior de estratégias do que outras localidades. 

Como qualquer produto, quando a demanda pelos atrativos turísticos em uma determinada região registra um crescimento expressivo, é normal que os preços elevem. E contrário também ocorre. Com a demanda em declínio os valores pendem para baixo para atrair, novamente, os turistas.

O trabalho de medir a demanda turística depende muito da região a ser analisada. Por exemplo, uma ilha que não dispõe de aeroporto fica fácil fazer a mensuração do local. Já uma grande metrópole que fica as margens de um curso d'água fica muito difícil fazer a mensuração turística devido as inúmeras rotas de deslocamento sem um controle oficial.

A demanda não é controlada totalmente pelo homem. O máximo que se pode fazer é prever. Um planejamento bem detalhado acerca da estimativa para a próxima temporada se faz necessário para que os turistas retornem ano após ano para uma determinada localidade.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Admininstração é dividada em 4 partes

Alguns eventos deveriam ter mais responsabilidade quando divulgam uma determinada programação em sites pela internet. Vendem algo que não oferecem e depois não aceitam críticas, como se os injustiçados fossem os errados da história.

Fidelização de público (já escasso) em Goiânia não parece ser uma política muito utilizada. Alguns dizem que a falta de opções geram pessoas ecléticas que saem de casa a procura de qualquer coisas que as tire da frente da televisão/computador. Mas os tempos são outros ... A pior e a melhor propaganda são feitas pelo boca a boca. Quando alguém de confiança lhe diz algo de bom a respeito de algo com certeza você dará a devida atenção. O contrário também é verdadeiro e mais corriqueiro. Adoramos reclamar de tudo. E críticas são repassadas de forma mais rápida do que elogios.

Chegar num evento e ver apenas gatos pingados e nem 50% do prometido na programação liberada antecipadamente ‘quebram as pernas’ dos visitantes. Acho totalmente válido o surgimento de novos produtores, sejam relacionados a qualquer tipo de arte. Quanto mais pessoas criando novos eventos e opções de lazer, melhor para a cidade como um todo. Porem, profissionais iniciantes deveriam ter o mínimo de preparo para tais tarefas para não se queimarem logo no primeiro evento.

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