
Antes tarde do que nunca. Eu nem ia ver esse filme na tela grande se não houvesse novamente aquele Projeto Brasil Cinemark. O filme se firma na vida de Mano (Francisco Miguez) - um guri de 15, 16 anos que como todos das sua idade tem mais dúvidas do que certezas.
Os problemas da vida de Mano vão dando o ritmo para as seqüência do filme. O garoto que possui pais (Camila e Horácio) recém-separados de uma forma ainda muito comum não tem muito o suporte do irmão mais velho, Pedro, que tem seus próprios problemas quanto a relacionamentos com pessoas e relações com o mundo.
"As melhores coisas do mundo" não conta nada de novo. Temas como virgindade, drogas, primeiro amor - está tudo lá como acontece na "Malhação". Contudo, a película aborda esses pontos de um forma um pouco, mas bem pouco mais realista do que o folhetim que teima em lançar novos talentos para a emissora dos Marinhos.
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OBS.:
- Azar é ... sentar do lado de uma menina que fazia comentários cretinos a cada cena do filme
- Paulinho Vilhena como papel de Morgan Freeman (consciência/conselheiro da personagem principal)
- O papel do Fiuk drogado e possessivo representa bem a rebeldia sem motivo dessa galera atual
- Jogo da Verdade (quase) sempre dá merda












