sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Não dê sua opinião, ninguém te perguntou
terça-feira, 26 de agosto de 2014
É bonitinha, mas ... (38) - Eleições
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Trapaça - 5º Filme do Ano
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
O Hobbit: A Desolação de Smaug - 10º filme do ano
Orcs e elfons do mal são os principais obstáculos para os anões. A política é um fator bem forte nesse filme. Alianças e parcerias forçadas serão indispensáveis para a vida de todos. O ponto forte do filme são as batalhas. Podem não ter a imponência dos grandes exércitos de O Senhor do Anéis mas a plasticidade das lutas são excelentes.
- Menos humor e mais profundidade \o/
Texto criado ao som de:
Korpiklaani - Beer Beer
domingo, 2 de junho de 2013
Algumas frases soltas... (09)
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Django Livre - 1º filme do ano
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
O Palhaço - 23º filme do ano
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Duas mães e um Pai - 4º filme do ano

Duas lésbicas (Jules - Julianne Moore e Nic - Annette Bening) vão a um banco de esperma para terem um filho. Elas já uma menina, Joni -(ia Wasikowaska) e com a fecundação geram Laser (Josh Hutcherson).
Quando Joni completa 18 anos, seu irmão lhe pede para entrar em contato com o banco de esperma para lhe dizerem quem é o pai biológico. Escondidos das mães, eles encontram o pai, Paul (Mark Ruffalo): 30 e uns anos, solteiro, dono de um restaurante e metido a galã.
Após um certo tempo, Paul começa a ter um convívio maior com os meninos e conseqüentemente com as mães. Principalmente com Jules; que depois de diversos negócios resolve se aventurar no ramo de paisagismo e tem como primeiro cliente o pai de Laser.
Como toda família moderna com adolescentes os conflitos surgem, mas não devido a eles. Grande parte por culpa de Nic que fica insegura quanto a sua influência perante seus filhos, visto que eles estão cada vez mais próximos de Paul.
=======================================================================
- Clichês: história sem surpresas e de argumentos fracos
- Homossexual que já passou da meia idade que se sente insegura com com sua
própria opção? Não colou!
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Biutiful - 3º filme do ano

Javier Bardem é Uxbal - uma espécie de anti-herói que vive na periferia de Barcelona num apartamento pequeno, sujo e precário. Nesse ambiente também moram seus dois filhos pequenos. Ele tem um dom de ouvir os mortos. Sua mediunidade aparentemente só serve para isso e não lhe trás nenhum benefício, próprio a não ser o de ganhar uns míseros trocados de pessoas que tem a coragem de pagá-lo para ouvir os presuntos quando eles ainda estão sendo velados.
A maior fonte de renda de Uxbal é a comissão que ele ganha ajudando, lê-se explorando, imigrantes ilegais (africanos e chineses). Os filhos de Mandela se arriscam nas ruas vendendos os produtos piratas que os olhos puxados fazem em fábricas tão sofisticadas quanto aquelas empresas têxteis em que venezuelanos e bolivianos trabalham nos guetos de São Paulo.
O personagem principal fora casado com Marambra (Maricel Álvarez), uma mulher extremamemte problemática, bipolar, alcoólatra, que tem nicotina na veia e se prostitui (ou não). Talvez seja por isso que a Justiça tenha dado a guarda dos filhos para o pai.
Após sentir dores ao urinar, Uxbal se vê obrigado a ir uma clínica. Depois de determinados exames ele descobre que está com câncer de próstata. O médico lhe dá dois meses de vida. Durante esses 60 dias ele tentará ser uma pessoa melhor, coisa que nunca fora.
=======================================================================
- Ige quase se torna uma fdp master
- Poucas falas ( só eu que achei?)
- Jeito espanhol de filmar
- Filme estranho
sábado, 18 de dezembro de 2010
Homens em Fúria - 38º filme do ano
Robert De Niro e Edward Norton juntos novamente. A expectativa quanto a um filme com esses dois atores era de que seja do mesmo nível ou melhor que a parceria deles em 'A Carta Final' (The Score).Stone (personagem título do filme - na língua original) é interpretado por Edward Norton. Sempre fui fã do cara. Ele não tem corpo de galã, não tem cara de galã; então o que resta é o talento para sobreviver no meio hollywoodiano. E isso ele tem: é inegável. Gerald "Stone" Creeson é um presidíadio que cumpriu
uma determinada parte da pena enclausurado que lhe dá o direito de ter seu cárcere revisto pelo sistema judiciário. Para conseguir a condicional, ele terá que convencer Jack Mabry (De Niro): um senhor 'normal' que está contando os dias para se aposentar do trabalho de agente penitenciário revisor de penas . Ele quer mais é 'estudar' a bíblia com a sua esposa e dar boas tacadas nos campos rústicos próximos a sua bela casa.
Após alguns pecados administrativos, o roteiro se torna parecido com algo 'novelístico global' previsível' e sem tesão nas cenas que seriam características desses dois grandes atores. O diretor perdeu uma grande oportunidade de fazer um ótimo filme por querer fazer a receita de bolo tradicional. Arriscar é um verbo necessário para que seu filme seja marcado numa geração.
Decepcionante!
============================================================
* Como diria Milton Leite: "Que fase, Robert de Niro!"
* Milla Jovovich calada seria perfeita. Ela nunca foi atriz
* Vejo alguns tiques de sempre nos personagens do Edward Norton
* Muitos vão se identificar com a dúvida religiosa de Mabry
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Harry Potter e as Relíquias da Morte - 37º filme do ano

A soma preguiça + cansaço derrubam até um fiel de ir ao seu templo favorito.
Harry Potter e as Relíquias da Morte (parte 1) é com certeza é melhor filme da série. - até o momento. Apesar da pouca quantidade de batalhas, lutas e somente uma referência ao quadribol, o sétimo filme da saga é o mais denso e o que mais puxa a atenção para os diálogos dos três jovens amigos.
Com Voldemort e os Comensais da Morte aterrorizando geral, o bruxo título é obrigado a se esconder para não ser pego pelo grupo daquele-que-não-pode-ser-pronunciado, visto que o menino do raio na testa é a (quase sempre) única salvação para que o grupo do mal não domine todo(s) os mundo(s).
Harry, Ron e Hermione vão em busca de mais um horcruxes (objeto que tem parte da alma de um bruxo) de Voldemort. Esse objeto impede que o bruxo perca toda a ligação com a terra, logo destruindo os horcruxes do Lorde das Trevas sua morte será mais facilitada.
O horcruxe que o trio está procurando é um medalhão que quando colocado mostra os maiores medos para aquele que o está usando. A busca por esse objeto levará a estrela, a musa e o ruivo a diversas discussões pesadas que provocaram rachaduras nos relacionamentos dos três bruxinhos (não mais tão pequenos).
-------------------------------------------------------------------------------
- filme arrastão quarteirão em sala vazio >>>>>> cinema cheio
- o casal Ron com Hermione se parece com 90% dos dos relacionamentos dos trouxas
- dos três atores principais acho Daniel Radcliffe o pior
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Juntos Pelo Acaso - 33º filme do ano

terça-feira, 14 de setembro de 2010
Karatê Kid - 25º filme do ano
Tentei ao máximo ir com o mínimo boa vontade possível para assistir Karate Kid. O filme do Daniel Larusso foi um dos motivos pelos quais fiz arte marcial por 6, 7 anos. Primeiro de tudo, o personagem principal - Dre Parker (Jaden Smith) luta kung fu. Ficou estranho. Culpa dos produtores; e o Will Smith é um dos produtores, senão o principal do filme.Dre muda com sua mãe para a China porque ela foi transferida a pedido da empresa que ela trabalha. A primeira semana em Pequim não é fácil para o garoto que não fala o idioma e logo de cara já bate de frente com uma ganguezinha de lutadores da sua idade.
Outro ponto a ser destacado: D. Larusso era um garoto com seus 18 anos na transição entre beijinho na boca e rala-rola. O filme até mostra de forma bastante sutil (se comparado com a realidade) um romancezinho entre Dre e Meiying (Wenwen Han) uma amiga linda da escola, que toca violino de forma encantadora. Depois reclamam que a juventude está muito precoce. "Culpa dos filmes".
E Hollywwod mais uma vez adora colocar os que não são da América do Norte (exclui o México, aí) nem da Europa como vilões. no caso aqui 'é inevitável', porque o filme é rodado no oriente. Agora vamos falar sério: Cheng, o menino mau (Zhen Wei Wang) do filme é a versão criança do inimigo do Van Damme no Grande Dragão Branco.
Uma coisa que me estou me perguntando até agora é: a mãe do guri foi transferida dos EUA para China, mas ela não parece trabalhar nos altos escalões da administração da fábrica de automóveis na qual tem vínculo empregatício. Sendo assim, será que na China (com seu bilhão de pessoas) não há uma pessoa qualificada para o cargo dela?
Em tempo: o novo Sr. Miyagi é se chama Sr. Han (Jackie Chan) e é o zelador do prédio onde "os Parkers" moram. Ótima a ideia de não fazerem uma cópia do Miyagi. Nunca daria certo, mas os métodos e a sabedoria a lá mestre dos Magos estão lá.
Por fim, o fato do remake ser em Pequim (Beijin) não compromete. Agora se você vai ver o filme já com o pensamento de comparar tudo você irá se decepcionar um poquinho.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
O Golpista do Ano - 24º filme do ano
Steven Russell (Jim Carrey) é um homem temente a deus, tem um bom emprego - é policial - e é um bom pai e marido. Apos anos de mentiras se assume gay e começa a viver sua nova vida como um grande trapaceiro. Logo depois de sair do armário, Russell começa a fazer rolos ilegais e mentira compusivamente para adquirir uma renda extra para satisfazer os mimos do namorado Jimmy Kemple (rodrigo Santoro) e os próprios.Por falar nisso, R. Santoro só tem umas quatro, cinco cenas... Nem perca tempo achando que ele tem uma participação importante no filme.
Voltando... Com o tempo ele, S. Russell, é descoberto e vai pra cadeia. E lá encontra Phillip Morris (Ewan McGregor) - se apaixona por e os dois se complementam num típico relacionamento de cadeia. Steven consegue fugir diversas vezes mas sempre retorna para a prisão pois acaba realizando o mesmo tipo de crime que o enclausurou desde o início.
Por fim, consegue 'a liberdade' e tenta usar o seu talento de advogado para de todas as formas amenizar o tempo da pena de P. Morris para que ambos possam viver em liberdade juntos sem maiores problemas.
============================================================
* As pessoas não tem maturidade mental e científica para verem um beijo gay dentro do cinema sem ficarem excitadas e fazendo ensinuações cretinas e comentários preconceituosos.
* Existe coisa mais clichê na 7ª arte do que gay com aids?
* Filme fraquíssimo
* Jim Carrey sempre abusando novamente das caretas... os melhores filmes dele são os dramáticos
* Ewan McGregor no papel de Gugu Liberato é a melhor coisa do filme, mas isso não significa muita coisa
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Nós e os Outros: Um Retrato de Edward Said - 23º filme do ano
Quantos filmes não brasileiros e não estadunidenses você já viu na vida?É notório que ao longo dos anos não fomos doutrinados a assistir filmes de outras nações. Viva a influência do Tio Sam! Ou não.O documentário conta através de diversas cenas de filmes como o rótulo de árabe machista, violento e vilão incompetente foi propagado durante anos através da 7ª arte dos EUA. A raiva que os "americanos" sentem desses povos do Oriente Médio derivam do medo, que foi exponencialmente fomentada após o 11/09.
Assim como nem todo estadunidense aprova a política da Ku Klux Klan, uma minoria dos árabes corroboram com os "valores" da Al Qaeda. Determinados grupos distorcem textos religiosos para serem usados em prol da violência. Em nenhum lugar do alcorão, por exemplo, está escrito que um terrorista irá para o céu cheio de virgens.
Isso non ecxiste!
"Nós e os Outros" é um grande filme que mostra como Hollywood durante todo seu tempo ajudou a preservar a imagem do árabe de turbante que só fica sentado no hárem olhando para as dançarinas do ventre.
============================================================
- Aladdin é totalmente preconceituoso. A Disney em si sempre fez isso!
- O mundo gira... mulheres árabes são maioria nas faculdades do Oriente
- A imagem errônea e maléfica dos judeus foi transferida para o povo árabe
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
O Bem Amado - 22º filme do ano
O filme é inspirado no livro homônimo de Dias Gomes. A história se passa numa pequena cidade,quiase um vilarejo do interior do nordeste e retrata os despautérios dos coroneis políticos que desviam o erário público, usando o poder para fins particulares.
Durante todo o filme, o atual prefeito, Odorico Paraguaçu, vivido por Marco Nanini (sempre ótimo ator) é paparicado por três irmãs - as Cajazeiras, que querem empurrar o homem para o corredor da Igreja até o altar.
A principal promessa de campanha de Odorico Paraguaçu é a construção de um cemitério municipal. Apos tomar posse seu secretário particular, Dirceu Borboleta (Matheus Nachtergaele) o avisa que as contas públicas não permitem a construção de um cemitério. O Prefeito, convicto em cumprir o que prometeu para o povo de Sucupira, começa a desviar dinheiro de coisas importantíssimas da cidade (água, energia elétrica) para investir em algo menos 'vital'.
O jornal da cidade (que é comandado pelo pessoal do partido da oposição) divulga as irracionalidades políticas exercidades pelo prefeito e começa a sofrer certa perseguição. Durante o desenrolar do filme o jornal e a prefeitra acertaram suas (altas) contas da forma mais atual que existe atualmente na política nacional.
A trama segue com um humor delicado do início ao fim, bem menos explícito do que o famoso "Auto da Compadecida", mas cumpre seus objetivos: é engraçado, tem uma boa história com uma trama mais envolvente cque colcha de retalhos.
=============================================================
- ver Maria Flor correndo com trajes sumários correndo em direção ao mar = não tem preço.
- os erros de português de odorico são hilários.
- José Wilker com pequena e ótima participação. Zeca Diabo é "o cara" do filme.
- o filme retrata de forma não muita exagerada o que o Sarney faz com os meios de
comunicação que ele não comprou.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Os Mercenários - 21º filme do ano

Depois de 30 minutos de chá de cadeira peguei o par de entradas. Quase perco o primeiro minuto do filme e perder um minuto quer dizer sair do cinema e voltar no dia seguinte para vê-lo inteiro.
Não a muito o que dizer sobre o filme do Stallone. Tiros, mortes, sangue (muito muito sangue) e explosões fazem a coesão da pelpicula. Ao contrário de Nine que reuniu uma penca de atrizes famosas (e não deu certo) - Mercenários atinge o objetivo a que se propõe: entreter um público masculino que viveu nos anos 80.
A turma toda está lá: Bruce Willis, Terry Crews, Arnold Schwarzenegger, Sly, Jason Statham, Jet Li e Dolph Lundgren. Esse bando de músculos formam um grupo de mercenários que fariam inveja ao batalhão do cap. nascimento e a swat do samuel l. jackson, tamanho o treinamento e capacidade e gosto de matar dos caras.
O grupo é contratado por um "Sr. Igreja" para que eles destituam uma ditadura que é financiada por um ex-agente da CIA. Daí em diante é pancadaria, tiros e fogo pra todo lado. Um típico filme do diretor Stallone.
Então criticuzinho de mierda não venha criticar o filme dizendo que falta capacidade de atuação. Desde quando filmes de ação estão preocupados com o Sistema Stanislavski?
=============================================================
- Ainda bem que a globo não liberou a Cléo Pires. Branca do jeito que ela é não ficar verossímil com o ambiente do país fictício.
- as locações do Rio nem parecem muito o Rio por não mostrar nenhum ponto característico da cidade 'maravilhosa'
- Boicote ao filme do Stallone, cadê? Cinema com mais de 50% da ocupação e gente fazendo fila pra comprar entradas para a próxima sessão?
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
A internet virou um covil de pseudo-entendedores de tudo. As pessoas palpitam sobre a nova taxa selic à política externa. Nada contra! Todos devem ter opiniões, desde que se tenha embasamento de argumentos convincentes e não apenas frases soltas coletadas através de um site de busca.
Agressões gratuitas e críticas destrutivas sempre ocorrem desde o tempo em que o homem aprendeu a falar (ou até antes). O problema é que atualmente colocar o dedo na ferida de um assunto do qual as pessoas não tem o menor conhecimento virou algo corriqueiro. virou vergonha falar: "não sei nada sobre isso". E desde quando alguém sabe sobre tudo? Nem o Doutor Manhattan sabe
Falar sobre a nova escalação da seleção (ou a antiga, argh!) é algo que está impregnado em nossa cultura, mas falar sobre assuntos extremamente complexos em comunidades virtuais virou algo rotineiro. Jogar argumentos e citações alheias sem ter uma interpretação própria de nada adianta. Isso soa tão persuasivo quanto aquele seu trabalho de ensino médio no qual você demorou 20 minutos para fazê-lo usando Ctrl + C e Ctrl + V.
Discussões quase sempre são interessantes. Conhecer pontos de vista diferentes nos faz pessoas melhores, mas a parte mais legal de viver em sociedade é descobrir e tentar entender o que uma pessoa pensa a respeito de algo e não o que uma pessoa leu sobre alguém que não pensa mas finge ser expert.
sábado, 24 de julho de 2010
A era do conhecimento está se transformando na era da sensibilidade
Arrotar pode ser sinal de falta de educação ou sinal de que você gostou da comida. Depende do país onde você estará emitindo o som. No Brasil, pós 2000, com o advento (maldito/bendido) da inclusão digital todos podem absorver conhecimentos até então inacessíveis para a grande massa.
E com essa quantidade de informação avassaladora vem o falso senso crítico e a rasa capacidade de argumentar sobre isso ou aquilo. Quase todo mundo da internet se sente no direito de falar sobre tudo e todos. Concordo! Eu faço isso e é um direito de todos. Liberdade de expressão, de ir e vir e permanecer é algo tão importante quanto comer, respirar ou tomar café.
Contudo, (quase) todo mundo virou crítico de tudo. Nada presta ou o que é legal deixa de ser porque começa a aparecer no programa do Celso Portioli. Pseudofamosos começam a formarem a opinião de uma molecada que não lê e só questiona o fato da coca cola ter mais gás do que a pepsi. O que é pior: o fã de crepúsculo ou o cult que não leu os livros e dispara contra a saga?
Do lado contrário ao pessoal ácido veem os insatisfeitos reclamando dos argumentos desconstrutivos dos que acham que sabem criticar. Agora, por que alguém que você nunca viu lhe incomoda tanto? A pessoa não pode ter uma opinião contrária a sua a respeito dessa ou aquela bandinha/livro/cantor/ator? Não é mais fácil ignorar e levar sua vida como antes?
A opinião alheia incomoda por que ela é verdadeira ou por que você tem vergonha de idolatar certas coisas que não terá coragem de assumir que curtia daqui 2, 5, 10 anos? E se o pensamento contrário ao seu perante algum artista, assunto ou o que quer que seja lhe deixa nervoso: se arme. Leia, discuta, leia, ouça todos os lados, leia de novo.
Não ser radical, não significa não ter opinião formada. Ter senso crítico é justamente a capacidade de questionar o que lhe cerca de forma inteligente. O que seu professor fala não é uma verdade absoluta. O que o Jornal Nacional diz não é um postulado que não possa ser estudado. O sermão do sacerdote só é crível para os fiéis 100% crentes do que Charles Darwin é uma farsa.












