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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O Lobo de Wall Street - 3º filme do ano

Jordan Belfort após ralar como estagiário consegue um emprego de corretor numa grande empresa de Wall Street. Dias depois a Bolsa Americana quebra e consequentemente Jordan perde o emprego. Sua mulher, Teresa Petrillo, encontra nos classificados uma vaga para corretor numa cidade vizinha. No mesmo dia Belfort é contratado e descobre que sua nova empresa não vive na legalidade total. 

Ambicioso, Jordan se junta a Donnie Azoff e montam uma pequena empresa de corretagem. Os lucros começam a cair exponencialmente na conta dos dois. Ambos resolvem contratar amigos que sempre venderam coisas ilegais e ocorre um crescimento fora da realidade. O desenvolvimento leva a empresa a entrar em Wall Street. 

Jovens talentos buscam a nova empresa do mercado financeiro. Paralelamente a empresa Jordan, Donnie e a alta cúpula da empresa esbaja dinheiro com: drogas de todos os tipos, prostitutas e diversas extravagâncias incomuns para os padrões de uma sociedade careta. Órgãos governamentais começam a investigar os papeis da Stratton Oakmont.

J. Belfort, já divorciado e casado com outra mulher (Naomi LaPaglia), quer retirar o dinheiro ilícito dos cofres americanos para a Suiça. Contudo, o FBI, seus parceiros e as drogas serão grandes obstáculos para a transferência bilionária

Texto ao som de: 

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* O agente do Mattew McConaughey escolheu bem dessa vez
* É sempre legal ver o personagem conversando conosco (Ferris Bueller mandou lembrança)
* Muita polêmica por nada sobre a quantidade de fucks no filme
* Não precisavam falar do lance do policial pobre combatendo o rico

sábado, 4 de janeiro de 2014

Azul é a Cor Mais Quente - 1º Filme do Ano

O primeiro filme do ano chega com atraso. La Vie d'Adele ganhou vários prêmios, inclusive Cannes que acontece nomês de maio. Será que a tradicional Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA vê com bons olhos um filme tão pesado?

O filme é uma adaptação da HQ de mesmo nome que foi lançada em 2010. Adèle é uma garota de 15, 16 anos. Ela fica confusa após seu primeiro beijo em alguém do mesmo sexo. Suas amigas, não tão amigas, analisam de forma pejorativa a relação que tem com Adèle e ela se vê sozinha. Isso nos gera uma indagação: nossos amigos são sempre receptivos as nossas opiniões mesmo elas sendo antagônicas as deles?

Seu porto seguro se torna Emma: uma formanda de Artes Plásticas, 10 anos mais velha. Com as duas morando juntas aparecem as cenas de nudez mais polêmicas. Será que o filme faria tanto sucesso se não houvesse tais cenas? Nunca saberemos. A relação vai crescendo e Emma não corresponde a entrega total de Adèle ao trato diário. É extremamente triste a indecisão sexual da guria, após uma fuga da união com Emma. O amadurecimento de Adèle ocorre da maneira mais melancólica possível. Seu trabalho, ela se torna professora de primário, acaba sendo uma válvula de escape ineficaz para os problemas da sua vida. Com esse desenvolvimento, porém, ela chora cada vez menos e é notório sua relação menos carinhosa com seus alunos.

As duas horas e meia de filme não são arrastadas. Existem motivos para o tamanho do filme. O final é no mínimo controverso. Aceito a decisão de terminar dando várias brechas para o que acontece com a vida de Adèle. Contudo, creio que a maioria gostaria de um fim mais incisivo. Preste atenção nas cenas iniciais: são bem importantes para toda a coesão do filme. Todos os méritos para Adèle Exarchopoulos (sim, a atriz tem o mesmo nome da personagem) por sua atuação marcante que nos deixa com vários questionamentos  após a saída da sessão.

Aonde em Goiânia: 
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* Adèle Exarchopoulos muito parecida com a Juliana Paiva não!? 
* Mulher descabelada = charme
* Cine Lumière do Shopping Bouganville com eternos problemas técnicos
* Interessante o cinema estar quase lotado para ver um filme que não seja de língua inglesa
* Indústria tabagista sempre presente nos filmes franceses 
* Você perdoaria uma traição?

Texto criado ao som de:
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