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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Querem proibir o foie gras, mas não proíbem os famosos fast-foods, né!?

Alguém viu o belo projeto de um vereador de São Paulo? Aqui ó. A discussão sobre o tema é interessante, todavia o vereador perde a credibilidade quando entende o sacrifício de animais em rituais religiosos

Nem vou discutir sobre o sofrimento do pato/ganso porque boa parte dessa galera que defende essa causa come não come foie gras mas adora cair de boca numa picanha. O problema é que estão cerceando mais uma vez o direito individual de escolha do cidadão. 

Odeia coxinha e tudo que cerca esse meio gourmet do &*%#$@!. Contudo é um precedente bastante perigoso colocar em votação o que nós devemos ou não comer. Independentemente que esse nós esteja relacionado a uma insignificante parcela da sociedade.

Cigarro faz mal? Azar de quem fuma. Não se deve proibir. O governo aumenta o valor do produto para arcar com os gastos públicos do SUS... Assim como a cerveja que de 06 em 06 meses o aumenta o valor devido aos impostos que caem em produtos maléficos a saúde. 

Agora fica a dúvida: Por que o governo não aumenta a cada 6 meses os impostos que caem na conta das grandes cadeias de fastfoods e empresas de refrigerantes? Babaquice é acreditar que as autoridades estão preocupadas com a saúde da população. Por que o digníssimo vereador não cria um projeto obrigando o governo a fomentar o consumo de insetos? Aquele grilinho que fica na parede da sua casa é uma boa fonte de proteína. Vide a alimentação de alguns asiáticos. Seria uma boa já que ninguém tem dó dos insetos mesmo, né!?

Enfim...
É tanta coisa para discutir; manifestações pipocando em todo o país e político oportunista me vem com essa pérola. Sabe o que é pior: eu cai nessa conversa e estou aqui escrevendo sobre isso e você lendo o que escrevi. 

domingo, 9 de junho de 2013

Aquele sobre comida e lugares, tidos como, caros

Os restaurantes com esse conceito "gourmet" estão na moda. Não sou contra esse tipo de restaurante. Sou contra as pessoas que não tem dinheiro suficiente para irem, vão, e reclamam do preço. E o mesmo tipinho de gente que reclama mas paga pra ver o Lollapalooza. 

A melhor maneira de boicotar um local é não ir. Não adianta falar mal e dar dinheiro pro lugar. é muito pequeno ficar de mimimi. Você não tem condição de comprar o último lançamento dos tênis da Nike? Então compra a *&%$#@ de um Topper/Rainha e aproveite. 

Cada comércio tem seu público alvo. Vocês achavam que aquela &¨%#@ de abercrombie realmente quer vender para gente como eu (gorda e feia)!? Para agradar as massas foi inventado um negócio bastante chamado falsificações. Vá num restaurante falsificado e não reclame. Ao invés de comer um sanduíche gourmet de 30 reais, pare numa sanduicheria de esquina de bairro e coma um X-Tudo mais um refrigerante por 10, 12 reais e não amole os outros, porra!

Comida não é artigo de luxo! Arroz, feijão, macarrão, ovo , .... isso tudo não é luxo! Agora você, caro new antenado gastronômico, quer comer bacalhau norueguês e pagar o preço de sardinha!? Como diria o Muricy: "Dá licença!". Duvido que 10% dos restaurantes da sua cidade cobrem preços absurdos, absurdos! Então lhe apresento o capitalismo. Sei que não é o sistema perfeito (e qual é?)

Ao som de: O problema do Brasil 

domingo, 21 de abril de 2013

Como votar conscientemente no "Comida di Buteco"?

Devido a minha vasta experiência que pode ser confirmada com o tamanho da circunferência do meu abdômen resolvi alertar aos frequentadores esporádicos de botecos sobre como dar nota para os concorrentes do concurso "Comida di Buteco".

Ou seja, teoricamente, esse texto é direcionado aos +18, se bem que esse atual aperto na lei não mudará que você menor continue beliscando a cervejinha do pai/mãe/amigo.

Voltando ... As 3 perguntas (se não me engano; se estou, culpo o álcool) que estão no verso da cédula de votação são sobre: 

* A nota do prato
O principal, né!? Alguns fatores para você estipular a nota de maneira mais justa: visual da iguaria, sabor (no ponto, muito oleoso, insonso, ...), temperatura, acompanhamentos, temperos, preço compatível com o prato, ...

* A bebida que você pediu veio na temperatura ideal?
95% (dado baseado na metodologia de observação deste que vos escreve) das pessoas de qualquer boteco copo-sujo ou estão tomando cerveja ou bebendo refrigerante. Logo, se a bebida não vier gelada trincando é no máximo nota 7. Garçom trazendo gelo é o escancarado atestado de que a bebida não está na melhor temperatura para o consumo.

* Por fim, a avaliação do atendimento
Educação do funcionário, garçom sabe explicar o que tem no prato e como ele é feito? Tempo de espera, e higiene (a mesa ao ar livre estava limpa quando você chegou? e o banheiro?). A casa possui diversas opções de pagamento? Aqui uma dica: dê a nota após pagar a dolorosa. Em regra, o atendente entrega a ficha de avaliação antes do pagamento da conta. E se demorarem pra fechar sua comanda? Não tem como reavaliar depois de colocada a cédula na urna. 

* Claro que é muita exigência para apenas um boteco, contudo os participantes, em sua maioria não são mais meros botecos de bairro. Diversos concorrentes são conhecidos por boa parte da população das cidades participantes. Ou seja, já possuem ou deveriam possuir, um nível elevado de satisfação ao cliente

--> Texto escrito ao som de: Violins - Nenhum Johnny Depp

sábado, 6 de abril de 2013

Por que tiramos tantas fotos de comida?

Poderia escrever uma tese de doutorado explicando, mas o motivo é bem simples e ao mesmo tempo complexo (???)

Preste atenção porque para o entendimento da resposta se faz necessário um conhecimento anterior de todo o compreendimento da Humanidade até os dias atuais 

A resposta é :

Por que a comida é bem mais fotogênica do que a sua cara.

Duvida?

Olhe o resto do post 








Agora você concorda comigo, né!?
...
Post programado para ser publicado na hora do seu almoço

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Bom lugar para sair em Goiânia (2) - Toshca Arabian

Localizado na T-5 esquina com a T-62 o (ou seria a?) Toshca possui um rodízio de comida árabe relativamente famoso entre os glutões da cidade do pequi. 

O preço pago para sair com a barriga estufada é digno (abaixo de 30 reais). Muitos podem pensar que é um preço caro. Se você pensar que sua saidinha mais barata num boteco copo-sujo sai por 20 reais, você concordará que o preço da fartura árabe é justíssimo.

Quibes de várias formas, charutos, arroz com castanhas (o melhor), kaftas de carneiro, saladas e o melhor pão sírio que já comi. O espaço do estabelecimento não é muito grande, mas agradável - devem caber 10/15 mesas aproximadamente. O tamanho do lugar ajuda no atendimento visto que sempre há um garçom por perto. Outro ponto positivo é que todas as mesas ficam próximas a calçada. Isso é um alento para o calor de Goiânia. 

Caso a violência urbana não interferisse no programa gastronômico, poderia dizer que a noite no Toscha tinha sido perfeita.



* Excluido o rodízio árabe ainda existe a opção de se pedir pratos à la carte 
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